Ex-transgênero e ativista LGBT conta seu testemunho: “Fiquei 10 anos n

16/06/2018

14 junho 2018 Notícias


Com apenas 30 anos, a ex-transgênero (homossexual) Graziele Galvão já passou por muita coisa na vida envolvendo a sua sexualidade. Ela resolveu gravar um vídeo e publicar em seu canal no Youtube, contando o que a fez desenvolver o desejo se se tornar “homem” e como Deus mudou radicalmente o seu entendimento.

A história de Graziele se confunde com a de vários outros ex-homossexuais, devido ao componente traumático envolvendo a sua relação com a família. Por exemplo, publicamos recentemente o caso de Janet Boynes, que também abandonou o homossexualismo ao compreender às origens afetivas da sua orientação sexual.

O pastor e renomado escritor David Kyle Foster é outro grande exemplo de transformação que aponta para a semelhança com a história de Graziele Galvão, onde até mesmo o abuso sexual dentro da família aparece como o fator chave para o desenvolvimento do homossexualismo.

Graziele tomou conhecimento de que o próprio pai havia abusado sexualmente da sua irmã mais velha, que ficou grávida dele. Ela mesma também foi abusada aos 8 anos por um amigo da irmã, que tinha 16:

“Ele não pensou que eu era uma criança. Ele me fez pensar que homem não presta, porque eu já tinha uma referência ruim na minha casa por causa do meu pai e depois disso eu resolvi que não queria mais ser uma menina”, disse ela no vídeo.

O transtorno de identidade de gênero desenvolvido por Graziele foi uma reação aos traumas vivenciados com a figura masculina do pai e do adolescente que lhe abusou sexualmente. Isso vez com que ela deixasse de se ver como uma menina, para não atrair atenção dos homens: “Aquilo [se tornar um homem] passou a trazer uma segurança pra mim”, disse ela.

A compreensão dos traumas afetivos-sexuais e a transformação

“Eu fiquei dez anos no homossexualismo, mas eu tive um encontro com Deus que mudou a minha vida”, afirma Graziela. Antes disso, porém, ela tentou fazer a chamada “mudança de sexo”, que na verdade consiste apenas em uma adaptação física ao conflito de identidade de gênero, já que o sexo, de fato, é impossível de ser modificado.

Para isso, Graziele tomou hormônios masculinos para adquirir a aparência de um homem, mas continuou percebendo que havia algo de muito errado com ela:

“Por dentro de mim tinha uma dor, uma raiva. As pessoas nas redes sociais me viam alegre, mas não viam o que estava dentro de mim. Um dia Deus me encontrou. Eu estava orando a Deus porque eu tinha tudo, mas não estava feliz. Quando passava o efeito das drogas eu via que eu não estava feliz”.

A relação de Graziele com Deus foi possível por que sua mãe se converteu ao evangelho, enquanto o seu pai, por outro lado, faleceu. “Um dia eu estava tão depressiva que eu falei: ‘Deus se o Senhor existe, me encontra hoje então’. Eu fiz essa oração de manhã e de tarde minha amiga Jéssica foi à minha casa falar de Jesus pra mim”, lembra.

Desde então Graziele se interessou mais e mais por Jesus Cristo. Aos poucos, ela foi entendendo a vontade do Senhor sobre a sua vida: perdoar o pai! “Quando Deus me falou aquilo eu senti nojo de mim, porque só eu sabia as coisas que eu tinha feito”, disse ela.

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